No segue seco, "ô chuva vem me dizer. se posso ir lá em cima pra derramar você"

Vamos exigir de você o melhor mesmo. O que você quer afinal? Exclusividade? Hahá. Deixa bem claro o que você quer. Escreve bem e diz que era só uma estadia temporária pra acabar com as dependências de uma pedida de um bar da hora mais perdida pra um bar. Para muito atrasada sequer lembrar o endereço da budéga dali da esquina ali que você prometeu que iria engolir umas e seguir em frente. Não era pra ter se fincado ah, no teu orgulho. Era para ter ido adiante porque no outro beco tinham todas as suas vontades surpreendidas de não a ter visto lá. No meio do dia, dizendo, copiando, o "adeus, enjoada" dos outros e o "adeus, maria fulô" pros outros. Ah foi estendida cobrir seus olhos de verdades, naturalmente. Vai, agora volta. Que beber o próprio cagaço para querer crescer vai ser difícil se fizer isso o tempo inteiro. Não adianta querer crescer sozinha, dá cria pra rima esquisita que sua mente esconde de você que já sabe que vai somar mais uma pro menor entendido que é você novamente implorando pinga que ninguém tem, daquelas que te dá a vida fácil pra cátia maldita. O forro de safar com vida que ela tem, você não tem. Nem a linha do tempo conseguiu arranhar. Imagina então o encontro de quem precisa com o de quem quer fornecer. Pra encantar mesmo. Sem medo de dizer que isso é uma maneira de foder, com o que querem, com o não o querem, mas vão sim. Vão entender, mais uma vez. Já diga de nada, de nada. Tens de ir aos "puteiros", já! Criar outras novelas, parodiar como gostava de fazer. Não abandonar o insignificante toque, "vai...ser gauche na vida!", que tá engasgando aí de novo hein?

Vai de vez cercada das bençãos dos mais pobres animais que te olham por bem ou por mal, vamos te morder se ficar na conveniência, animosidade de quem quer viver o meio gosto, meio amo, meio tá bom, pra ir no segue seco. Não seguirás, que já choveu um saboroso te quero bem daqui.

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