Coloca um beicinho e segue com a leitura de meus titubeios semanais.

Outro dia me peguei na trégua de se está na minha mente não tem como apagar. Por quê? Explico caro e cansado leitor  que num guenta mais minha chorança.  Eu de verdade sempre achei muito tola essa gente cheia de drama que diz não conseguir dormir mode de quê não pára de pensar no Zé, na Maria. Eu pensava: gente besta, sofrida. Até eu ficar sem ar só de imaginar na impossibilidade de Zé nunca mais ver Maria. Obviamente querida leitora que nem me quer ler mais, pois constata que é romance frouxo desses shakespeariano, que a rapariga não vive sem seu moqueca e que acaba com a auto-estima e deixa no encalho a vida. Sendo aquela bichinha por quem todos têm uma quedinha. Ah leitora ruim à beça. Coloca um beicinho e segue com a leitura de meus titubeios semanais, que criei para você não se calar diante de tantos textos grandemente vazios. Ah leitor infiel. Sei, andas a ler outras tretras de jornal, blogs mais lidos, assistido o JN, não concordado com muita coisa, sobretudo com o preço do contra, do patinho, da frangota , do salmão e da picanha querida. Não se aquiete, porque ainda vais voltar a comer nos Outback Steakhouse dos shoppings. Parece que pagar de ostentação tá mais caro hoje em dia. Não entende que tudo hoje é para embargar a esperança que acaba de noite e só volta pela manhã quando nasce a esperança de novo em haver um resquício de amor em meus textos que, novamente esbarram em um perplexo vazio. Penarás, viu? O descrédito que depositaste aqui serás publicado NA minha, NA sua timeline da vida.
Até queres mais, eu sei. (conheço das entrelinhas...)

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