E viveremos nesse limbo para sempre.

Porque é coisa da imaginação e ela rodeia, espreita, até que alguém conceba a coragem de desemparedar para propor magia infinita que aguça os imperfeitos gracejos que se pega, que se aperta, que é sorriso, que é abraço, que é miséria cheia de vaidade. Indigno espaço. Queda calado. Espera sentado.

Não sai, se não verbalizado. E viveremos nesse limbo para sempre. O intelecto não vale mais, então diga não. Separe infinitamente, com vírgulas. Dores produzem cuspidas, que engolidas não se podem supor superadas de tão rígidas.

Na realidade o tiro sai pela culatra. Porque o que é real nos guia até pela imaginação que é esse limbo que nos norteia.

Uma hora estaremos no centro do papel, integrados ao que é palpável, eu imagino.






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