Queria.
Você aqui.
Pra ver se güenta ficar de olhos abertos no fundo do mar para caçar estrelas do mar.
Pra pular na tua cama até me derrubares, me emburrares a tentar me civilizar.
Pra te enterrar na areia a pisar sem querer. Te enterrar por completo. Com um canudo no bico te daria água do coco pra você não desidratar.
O celular, o objeto antológico. Este, você aqui, estaria no lugar certo, onde todos o querem enfiar de onde o querem tirar, no entanto, no bolso a bolsar com nossas vidas pequeninas estaria off. Já o teriam roubado ou furtado, as mensagens iriam belamente a uma pessoa necessitada de tantos desejos "bons" e bons de enfático.
No entanto a cidade inteira sabe que é saudade e incurta à cidade.
As mensagens e bênçãos e compromissos, do objeto antológico, voltariam com você do outro lado, a cinquenta e poucos km de perplexa compreensão, deixando aberto o wi-fi, o 3g, expondo a muita dependência que beira a negligência do status sofrência que escreve às terças-feiras, quando está feliz.
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