O há de "querá" te chegará.


Há suficiente gente que ora quer se ver, ora quer se esquecer. Por pouco se refaz e onde exala bastante afeto desfaz. Nas quais andam o ser normal de gorda meiguice vestido de feio. Ninguém o ama, ninguém o quer. E quem mais o há de"querá". O jeito meio acabrunhado, indelicado ao reverbere assenta "ad perpetuam rei memoriam" cachorro, quando faz aquele olhar: dê-me um carinho e me leve a passear.

Vulgo abarcada, assenta aqui a vontade de perder de vista o seu verdadeiro gostar. Por muito destruir um lugar limitado ao ódio. Andando arredores descalço de maluco de pobre e estúpida crua beleza. Alguém o vai abrasar, alguém o vai calçar. E quem menos o esperar. A destreza dessarte radiante, encantadora  penumbra da desculpa que denga, te chegará.

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